O que você faz pela manhã das 5 às 7 muda sua vida. Motive-se, acorde cedo e tenha sucesso.
O post 5-7a.m.: O segredo do sucesso apareceu primeiro em Jornal do Empreendedor.
O que você faz pela manhã das 5 às 7 muda sua vida. Motive-se, acorde cedo e tenha sucesso.
O post 5-7a.m.: O segredo do sucesso apareceu primeiro em Jornal do Empreendedor.
No início da carreira no marketing, eu enxergava a equipe de vendas como inimiga. Comecei trabalhando em um call center, um ambiente em que os representantes idolatravam Gordon Gekko e o filme favorito deles era “Sucesso a Qualquer Preço”.
Eles eram representantes experientes, que me viam, a jovem do marketing, como inexperiente demais para identificar um lead, mesmo se me acertasse na cara. Eu era uma garota de 20 e poucos anos, que postava em blogs desde 1998, e criava sites no GeoCities desde meados dos anos 90.
Era 2005, eu achava que havia conquistado meu espaço, embora, em qualquer medida, eu fosse uma profissional de marketing júnior, na melhor das hipóteses. Eu era arrogante e eles estavam certos. Eu não sabia nada sobre geração de leads ou o que significava capturar um lead de alta qualidade.
Naquela época, a minha definição de um bom lead era obter um nome, sobrenome e número de telefone. O vendedores deveriam ligar para esse lead e fechar a venda. Era assim que eu via.
Meu trabalho era conseguir números para que eles ligassem e o deles fechar as vendas. Não importava se essas pessoas precisavam ou não do que era vendido.
“Feche os leads que estou dando a você,” ou, conforme diz o filme favorito da equipe de vendas: “se você não consegue fechar os leads que recebeu, não conseguirá fechar coisa nenhuma”.
A equipe de marketing não era estratégica. Não estávamos nem trabalhando para conseguir leads.
Eu chegava cedo todas as manhãs e via um email com 100 leads para distribuir. Eu baixava, imprimia e atribuía os leads, escrevendo o nome dos representantes no canto superior esquerdo do papel. Em seguida, colocava os contatos na deles e continuava meu dia.
À medida que ligavam para os leads, eu recebia feedbacks dos vendedores, geralmente, recebendo de volta o rascunho de papel com rabiscos, dizendo o que eu fiz de errado.
Os representantes estavam certos. Os leads eram péssimos. Porém, mais do que tudo, nossa comunicação estava com sérios problemas.
As equipes de marketing e de vendas se viam como inimigas. Não estávamos alinhados com nossos objetivos e não tínhamos conversas reais sobre o que poderíamos fazer para melhorar.
Mas isso foi em uma época distinta. Eu era outra profissional de marketing.
Adiantando 15 anos, vejo as coisas de forma completamente diferente. As vendas não são o inimigo. Nós dois precisamos um do outro para ter sucesso.
Conforme desenvolvi minha carreira e me tornei muito mais humilde, passei a ver o impacto direto que uma equipe unificada pode ter no desempenho geral de marketing e vendas.
Trabalhar em função de uma equipe de vendas e marketing mais unificada significa que os líderes de marketing precisam examinar em profundidade os processos, metas e estratégias para encontrar a melhor maneira de alinhar esses dois times.
E essa não é uma tarefa fácil, mas evitá-la e trabalhar de forma isolada só causará atrito e limitará o potencial de ambas as equipes de prosperar e alcançar seus objetivos.
“Pensar em marketing e vendas como duas partes de uma relação saudável e comunicativa leva a um meio mais eficaz de resolução de problemas.”
Anna Talerico
Os times de marketing e vendas que não estão alinhados, muitas vezes, enfrentam desafios que podem impactar não só as equipes, mas também, o negócio como um todo.
Sem comunicação, as equipes de marketing podem não ter uma compreensão clara do que a equipe de vendas ouve dos clientes em potencial. Isso pode afetar a mensagem que o marketing usa ao promover o produto principal da empresa.
Além disso, quando há uma lacuna entre marketing e vendas e ambos têm objetivos desalinhados, cada equipe pode achar que suas metas não são alcançáveis e ficar desmotivada.
Outro desafio frequentemente enfrentado quando ocorre essa falta de alinhamento é que nenhuma equipe se responsabiliza por objetivos específicos.
Olhando de volta para o início da minha carreira no marketing, eu raramente via uma equipe de marketing assumir a responsabilidade quando o time de vendas reclamava da qualidade dos leads.
Em vez disso, muitas vezes, colocava a culpa nas vendas, dizendo que eles não estavam acompanhando ou trabalhando os leads fornecidos de forma eficaz.
Powered by Rock ConvertAs estratégias de capacitação de vendas, ou sales enablement, podem ser encontradas desde 1999. Na época, um gerente de marca da Miller Brewing Company notou várias falhas nas operações de vendas e nas mensagens de marca.
Hoje em dia, a maioria das organizações visa a otimizar o processo de vendas usando conteúdo, softwares e ferramentas de colaboração.
Mais especificamente, escrever conteúdo para o perfil de cliente ideal é uma parte essencial da capacitação de vendas.
Esses são os materiais que, geralmente, são mais úteis para uma equipe de vendas:
Cases de sucesso, ou estudos de caso, que mostram como um cliente existente se beneficiou de seu produto ou serviço, podem impactar positivamente as conversas de vendas com seu público-alvo.
Demonstrar os desafios que os clientes atuais enfrentam e como sua solução ajudou a resolvê-los mostrará o valor que sua empresa oferece. Isso faz com que os leads se sintam mais confiantes ao optar por uma parceria.
Postagens de blog informativas e extensas costumam ser usadas para educar seus potenciais clientes. Elas ajudam a identificar os desafios deles e como um produto como o seu poderá resolvê-los.
As equipes de vendas e marketing devem colaborar nos temas dos blog posts. Assim, o que está escrito no blog gera identificação junto ao público e educa os clientes em potencial sobre como resolver seus desafios.
Chegar à raiz do desafio de um cliente em potencial é uma parte necessária da descoberta, geralmente, gerenciada pela equipe de vendas durante as primeiras ligações. Muitas equipes enfrentam desafios para obter as informações certas dos leads e alinhá-las com as soluções oferecidas.
Conteúdo interativo, como quizzes e testes, é uma ótima solução, pois coloca o cliente no controle do compartilhamento de suas informações, e não o representante de vendas.
Outro tipo de conteúdo interativo que causa impacto nessa etapa do ciclo de compra são as calculadoras, principalmente, aquelas que visam a exibir o potencial retorno de investimento.
Os dados capturados em um teste interativo ou calculadora interativa não são valiosos apenas para a equipe de vendas. Como profissionais de marketing, podemos usar essas informações para criar um calendário de conteúdo que atenda diretamente às necessidades do cliente.
O conteúdo interativo pode ajudar os profissionais de marketing a identificar tendências, com base nas informações inseridas pelo público, e adaptar a mensagem e o conteúdo a partir desse aprendizado — o que também será uma vitória para as vendas. Mais conteúdo que atenda às demandas do cliente significa um ciclo de compra mais curto.
Ao alinhar suas equipes de vendas e marketing, você ajudará ambas as equipes a atingir seus objetivos e impactar a organização positivamente.
Recentemente, conversei com Anna Talerico, uma líder de vendas SaaS experiente e cofundadora da Ion Interactive. Discutimos algumas das maneiras como ela alinhou as equipes usando conteúdo.
Confira a conversa aqui! (em inglês).
E caso queira conhecer mais ideias de conteúdo que ajudam a eliminar a lacuna entre marketing e vendas vamos conversar!
A Rock Content oferece um conjunto completo de produção de conteúdo, criação, ferramentas de gerenciamento e estrategistas especialistas para ajudar você, desde a criação até o lançamento.

Você sabia que é possível fazer da sua pesquisa de mercado um grande evento de marketing e coletar insights de maneira mais orgânica, economizando tempo e dinheiro?
Existem muitas maneiras de coletar esses insights, mas com o uso de uma comunidade online, você poderá fazê-lo em tempo real de uma maneira mais atraente e cheia de vantagens para a sua marca.
Um relacionamento alcança o sucesso se for uma via de mão dupla, em que os dois lados se expressam e se escutam, seja esse relacionamento pessoal ou profissional.
Trabalhar com marketing a partir de uma comunidade é levar em consideração as opiniões e emoções dos clientes.
Mas como podemos coletar informações mais substanciais?
Simples: fazendo com que o público sinta-se mais à vontade em relação à sua marca. E a maneira mais efetiva de criar esse relacionamento é interagindo com eles mais proximamente.
Com uma comunidade online, essa relação é democrática e todos tem voz e são ouvidos. Quanto mais você se aproxima do cliente expondo-se e interagindo, mais confortável ele se sentirá para dar mais e melhores informação.
A comunidade é, em poucas palavras, uma plataforma online ou um painel de controle onde você administra todo o seu relacionamento com o cliente em um único lugar, obtendo insights valiosos.
Você pode criar uma plataforma dinâmica adicionando fóruns e discussões para que os clientes deem sua opinião de maneira mais orgânica e, consequentemente você poderá obter dados qualitativos fundamentais para futuras tomadas de decisões.
Há a possibilidade de tornar essa experiência ainda mais engajadora, personalizando o visual da comunidade com as cores e logos da marca, ou adicionando fotos e vídeos de entretenimento, treinamento ou afins.
Além disso, é possível lançar enquetes e pesquisas e, em alguns casos, disponibilizar prêmios e recompensas para os respondentes, favorecendo o aumento da taxa de resposta e coletando dados quantitativos.
Num geral, o participante da comunidade poderá expressar-se livremente enquanto é entretido com o conteúdo e constrói um relacionamento mais de perto com a sua marca.
Percebe como os dois lados conversam?
Quanto mais você se abre para os seus clientes, mais eles se abrirão para você.
Existem muitas vantagens em um software de comunidade online e uma muito importante é a criação de um painel online.
Em muitos casos de pesquisa para obtenção de insights, é necessário comprar uma amostra de respondentes ou então enviar pesquisas por e-mail para uma base de dados coletadas previamente.
Quando uma pessoa se cadastrar para participar de uma comunidade ou ao responder pesquisas lançadas dentro dessa comunidade, ela fornece informações e gera dados que serão coletados e disponibilizados separadamente por categorias nesse painel.
Por exemplo, você deseja aplicar uma pesquisa apenas para o seu público mais jovem. Então, no painel da sua comunidade, você seleciona apenas o público menor de 30 anos para aplicar a pesquisa sem precisar pagar por audiência ou desperdiçar muito tempo buscando o público-alvo.
Os administradores da comunidade online terão acesso à informação através das muitas ferramentas aplicáveis de forma instantânea, tornando possível a análise e a tomada de decisão a curto prazo para uma ação mais imediata.
Você garante embaixadores engajados compartilhando — por vontade própria — recomendações de sua empresa e serviços de tão envolvidos que eles estarão. Afinal, o boca a boca é um marketing que nunca sai de moda.
Aqui está uma lista de outras ferramentas que uma comunidade oferecer a fim de facilitar o envolvimento do cliente e a sua coleta de insights:

Este conteúdo foi produzido em parceria com a QuestionPro.
Muita gente pensa que marketing é divulgar um produto, fazer publicidade ou ter uma página no Facebook. Se fosse só isso, seria muito simples, não é? Porém, essa é uma área de negócio complexa e abrangente, que precisa de uma boa gestão para funcionar.
Por isso, a gestão de marketing é imprescindível para as empresas que querem ter sucesso nos negócios. Ações pontuais até podem trazer algum resultado, mas não se sustentam por muito tempo.
Para que o marketing realmente traga resultados sustentáveis, é preciso ter pesquisa, planejamento, estratégia, mensuração e processos que organizem todas essas atividades.
A gestão do marketing faz isso. É essa área que coordena as atividades e as pessoas envolvidas para que ajudem a empresa a alcançar o futuro que deseja.
Neste artigo, então, vamos falar tudo que você precisa para ter sucesso nessa gestão. Acompanhe:
Gestão de marketing são as atividades de gerenciamento de processos, pessoas e estratégias de marketing a fim de gerar valor para o mercado e cumprir metas e objetivos organizacionais.
Philip Kotler, no seu livro Administração de Marketing, diz que a gestão do marketing é a arte e a ciência de escolher mercados-alvo, satisfazer suas necessidades e construir uma relação lucrativa com eles, por meio de processos de análise, planejamento, implementação e controle.
Esses processos, aliás, são parte de qualquer tipo de gestão na rotina de um negócio, seja a gestão empresarial, financeira, de pessoas etc. A diferença é que aqui eles são aplicados ao marketing, que abrange uma infinidade de atividades voltadas para o mercado.
Quando falamos de marketing, pensamos logo em publicidade e divulgação de produtos, mas a área abrange muito mais que isso. Dentro do marketing, também estão as atividades de pesquisa de mercado, definição de preços, design de produtos, estratégias de distribuição, assessoria de imprensa e muitas outras.
Com tantas atividades em uma só área, como se coloca tudo isso em ordem? É a gestão do marketing — geralmente liderada pelo gestor de marketing — que organiza e alinha todas essas atividades e as pessoas envolvidas para que tenham o melhor desempenho no mercado e ajudem a empresa a alcançar seus objetivos.
A gestão do marketing não precisa necessariamente ter um departamento ou um gestor. Em pequenas empresas, com equipes enxutas, é comum que não exista uma área de negócio exclusiva para o marketing.
Porém, a existência de um setor específico e de um gestor para liderá-lo é sinal de que a empresa percebe a importância do marketing. O gestor de marketing traz uma visão profissional do marketing, entende a ciência do mercado e sabe traçar estratégias efetivas.
Mais que isso: ele sabe gerenciar uma equipe e alinhar processos para atingir os resultados que a empresa quer.
Portanto, o gestor de marketing é quem se dedica exclusivamente a colocar a área nos trilhos. Para isso, ele realiza atividades como estas no seu dia a dia:
Portanto, perceba que o papel do gestor está muito mais voltado para as atividades de gestão do que para a mão na massa no marketing. Ainda assim, ele precisa ter conhecimento e experiência em todas as áreas para liderar a equipe e saber se está sendo efetiva.
Powered by Rock ConvertO marketing costuma entrar nas empresas naturalmente. Logo que começam as operações, a empresa percebe a importância de divulgar os produtos para atrair clientes e definir um preço que seja atrativo para o mercado, por exemplo.
Entender a importância do marketing já é um passo importante. Mas essa percepção não necessariamente traz os resultados que a empresa espera. Muitas vezes as ações de marketing são isoladas — a empresa cria uma página no Facebook e uns cartões de visita e acha que isso é marketing.
Só que não há estratégia alguma por trás. Essas ações não têm um planejamento, não têm um público-alvo, não têm objetivos. Por isso, as chances de não dar resultados e até prejudicar a marca são grandes.
Portanto, o papel primordial da gestão do marketing é estruturar as atividades da área para que elas cumpram a sua função, que é contribuir para o alcance dos objetivos organizacionais no curto, médio e longo prazo.
Dessa forma, as atividades ganham um propósito, são embasadas por estudos, orientadas por estratégias e organizadas em processos — e tudo isso é essencial para que o marketing dê resultado.
Com essa organização, o marketing consegue fortalecer a relação com o mercado. A empresa passa a ser orientada por ele, ou seja, ela analisa as demandas e necessidades dos seus públicos-alvo para guiar as suas estratégias e gerar valor para eles.
Dessa maneira, a empresa se torna mais competitiva. De olho no que está acontecendo lá fora — não só nos seus públicos-alvo, mas também nos concorrentes —, o marketing traça estratégias para crescer, fortalecer a marca, criar diferenciação e conquistar sua posição.
Em cenários cada vez mais competitivos, a gestão do marketing faz toda a diferença.
Agora que você já entendeu para que serve a gestão de marketing, vamos entender melhor os benefícios que esse conjunto de atividades traz para o negócio:
Não existe gestão de marketing sem uma profunda pesquisa de mercado. É com base na coleta e na análise de dados sobre públicos, concorrentes e macroambiente que as estratégias são traçadas.
Esse conhecimento serve para definir os públicos-alvo da marca, conhecer melhor os concorrentes, antecipar-se a riscos de oportunidades e criar estratégias que satisfaçam o consumidor. Quem conhece bem o mercado já está muitos passos à frente.
Uma boa gestão de marketing é focada no consumidor. A equipe precisa conhecer suas características e comportamentos para criar produtos e estratégias alinhados às suas demandas.
Assim, a empresa consegue satisfazer os consumidores, comunicar-se melhor com eles e criar uma relação de confiança com eles, mais forte e duradoura.
Sem uma gestão de marketing, as atividades ficam bagunçadas. Não há processos, estratégias nem objetivos para seguir. Assim, os esforços e investimentos acabam sendo desperdiçados em ações e campanhas que não trazem resultado algum.
Mas, com a casa em ordem, a equipe se torna mais produtiva, melhora as entregas e otimiza os investimentos.
A gestão de marketing se preocupa em alinhar os objetivos da área com os objetivos organizacionais. Não dá para se contentar com uma campanha de anúncios que teve várias visualizações, mas não conseguiu gerar as vendas que a empresa esperava, por exemplo.
Portanto, o marketing bem gerenciado não busca likes e visualizações vazios — ele está preocupado com resultados efetivos e sustentáveis para o negócio.
Quem não gosta de trabalhar em um ambiente com objetivos, metas, processos e cronogramas bem definidos?
A organização e a definição de estruturas de trabalho ajudam na motivação. O colaborador confia mais na empresa, entende o porquê do seu trabalho, o que precisa entregar e como contribui para o crescimento do negócio.
O olhar para o mercado traz diversos insights para as próprias estratégias de marketing, mas também para outras áreas de negócio. Já que conhece o consumidor como ninguém, o marketing pode ajudar a traçar melhores estratégias de vendas ou a definir os melhores canais de entrega com a Logística, por exemplo.
A definição de preços, a criação de campanhas e a distribuição de produtos são exemplos de atividades operacionais do marketing. Mas, sem uma estratégia por trás dessas ações, elas podem não fazer sentido.
Por outro lado, muito se fala hoje em ter uma gestão estratégica de marketing. Isso também é essencial, mas a estratégia não serve para nada se a empresa não consegue colocar em prática de maneira eficiente.
Por isso, marketing estratégico e marketing operacional podem ser entendidos como os pilares que sustentam a gestão de marketing. Se houver apenas um ou outro, a gestão não para em pé.
No marketing estratégico, a gestão trata das decisões de longo prazo. Nesse nível, a gestão se dedica a atividades como:
A pesquisa de mercado traz dados (quantitativos e qualitativos) sobre o microambiente e o macroambiente em que a empresa está, enquanto o diagnóstico olha para as características e a situação atual do próprio negócio.
Para analisar esses dados, é possível usar metodologias como a análise SWOT e as 5 Forças de Porter.
A partir desse conhecimento sobre o mercado, a empresa faz uma segmentação de públicos-alvo, que são grupos de consumidores com características e comportamentos em comum.
Dessa segmentação, a empresa define o(s) segmento(s)-alvo para quem vai direcionar as estratégias. E, para cada segmento-alvo, desenvolve um posicionamento de mercado, para conquistar uma posição única e valorizada na mente desses consumidores.
Portanto, o marketing estratégico define as bases para colocar o marketing na rua. Agora, da visão analítica do marketing estratégico, vamos para a visão comercial do marketing operacional.
No marketing operacional, as estratégias se transformam em ações — aplicadas no curto prazo, mas de olho nos objetivos de longo prazo. Nesse momento, estas são as atividades principais:
Portanto, depois que o marketing estratégico define os mercados-alvo e o posicionamento, é hora de colocar a estratégia em prática. Para isso, a gestão deve se voltar para o marketing mix (os 4 Ps do marketing).
Para cada segmento-alvo, são criadas estratégias específicas de Preço, Produto, Praça e Promoção, para que a empresa atenda às necessidades dos públicos.
Tanto no marketing estratégico quanto no operacional, há planejamento, definição de objetivos, escolha de indicadores e mensuração de resultados.
Enquanto o nível estratégico trata do médio e longo prazo e da área do marketing como um todo, o operacional trabalha com o curto prazo em cada P do marketing mix. Esse desmembramento ajuda o marketing a atingir os seus objetivos e contribuir para os objetivos macro da empresa.
Além disso, todas essas atividades de marketing estratégico e operacional são permeadas ainda por questões gerenciais. Fazer a gestão de pessoas, criar um ambiente favorável, realizar reuniões e conversar com outras áreas de negócio também são pilares para a gestão do marketing.
Preencha o seu email e receba gratuitamente:
Colocar a gestão de marketing em prática não acontece da noite para o dia. Primeiramente, a empresa precisa entender a importância do marketing para os negócios e da gestão dessa área. Depois, precisa ter profissionais para isso e definir as formas de trabalho.
A seguir, vamos detalhar os principais pontos que a empresa precisa planejar para aplicar a gestão de marketing: metodologias, pessoas e estrutura.
Metodologias de gestão servem para colocar as organizações no rumo dos seus objetivos. Elas também podem ser aplicadas à gestão de marketing com a mesma intenção. Mas existem diferentes metodologias para isso.
Uma das metodologias em alta é o Agile Marketing, que é uma adaptação da metodologia ágil para a área do marketing. A equipe trabalha com ciclos curtos, planos flexíveis e iterações, com uma abordagem não-linear, colaborativa e sempre focada no consumidor.
É uma metodologia pensada para responder rapidamente às mudanças do mercado.
O Agile é uma resposta à metodologia tradicional de gestão de projetos nas empresas, chamada de Waterfall. Ela funciona em “cascata” (por isso o nome), com uma abordagem linear e sequencial: uma nova etapa só começa depois que a outra termina, sem chance de voltar para a etapa anterior.
É uma metodologia mais simples, mas criticada por sua rigidez.
O gestor também pode adotar outras metodologias de gestão bastante usadas no mercado, como o 5W2H, para planos de ação, e o PDCA, para processos de melhoria contínua (muito próximo ao agile).
O importante é escolher metodologias que a equipe entenda e abrace.
Ponto crucial para aplicar a gestão de marketing é a gestão da equipe. Times de marketing são compostos por vários perfis e habilidades diferentes. Quanto mais completos eles forem, mais robusto se torna o marketing da empresa.
Mas sabemos que as equipes de marketing geralmente são enxutas. Empresas de diversos tamanhos foram entrevistadas na pesquisa Content Trends 2019, e mais da metade respondeu que tem até 5 funcionários na área, sendo que muitas têm apenas 1.
Independentemente do tamanho da equipe, o importante é montar times com habilidades complementares e coordenar suas atividades. O gestor deve propiciar um ambiente de colaboração e comunicação transparente para criar sinergia no grupo.
A metodologia escolhida também influencia nas formas de organização. No Agile Marketing, por exemplo, a equipe é pequena, tem bastante autonomia, faz reuniões diárias e se envolve em todo o projeto.
Já no Waterfall, reuniões são realizadas a cada etapa e a equipe se envolve menos no projeto como um todo e mais na sua etapa.
A gestão do marketing também precisa garantir um bom ambiente de trabalho para a equipe. Isso significa não apenas oferecer autonomia e confiança aos colaboradores na gestão da equipe, mas também fornecer bons equipamentos e ferramentas para o trabalho.
Computadores, softwares (de analytics, email marketing, gestão de redes sociais etc.) e o ambiente de trabalho como um todo trazem ganhos de agilidade, produtividade e motivação para a equipe. Portanto, traz bem-estar para os colaboradores e melhores resultados para a empresa.
Esse é um compromisso que a gestão do negócio deve assumir, mas que o gestor de marketing deve garantir para a sua equipe.
A gestão de marketing é focada em resultados para o negócio. Por isso, a mensuração é uma das suas atividades essenciais.
Os resultados devem ser monitorados em todos os níveis da gestão, do micro ao macro. Para isso, é preciso definir objetivos e indicadores de desempenho no momento do planejamento de cada estratégia.
Por exemplo: a equipe define os objetivos e KPIs de uma campanha de social ads, enquanto o gestor define objetivos e KPIs do marketing em geral.
O gestor deve acompanhar de perto as avaliações em todos os níveis. Ele precisa entender se as ações estão direcionadas aos objetivos do marketing como um todo e do negócio. Tudo deve estar alinhado — e é papel da gestão garantir isso.
Além dos KPIs de marketing, o gestor também pode adotar indicadores de gestão, como de qualidade e de produtividade. Assim, a gestão controla todas as atividades e pode tomar decisões com mais precisão.
A mensuração dos resultados também depende da metodologia de gestão que for adotada.
No Agile, a avaliação acontece constantemente, a cada ciclo, já que a equipe precisa responder rapidamente ao mercado. Já no Waterfall, uma avaliação completa é feita ao fim do projeto (o que pode atrasar a correção de falhas).
Agora, queremos dar algumas dicas de gestão de marketing para que a sua empresa tenha melhores resultados nessa área. Aproveite para otimizar a sua gestão:
Não é a empresa, não é o gestor, não é o dono do negócio — quem deve estar no foco do marketing é o consumidor. Todas as estratégias do marketing mix devem atender ao segmento-alvo e se comunicar com a persona.
Por isso, um bom gestor de marketing deve entender o mercado e as necessidades dos consumidores, por meio de pesquisas e interações com eles.
Mas ele também deve fazer esse entendimento chegar a toda a equipe e orientar suas estratégias em todos os níveis. Assim, toda decisão que for tomada será orientada pelo mercado.
As mudanças do mercado atual são rápidas. Quando você demora muito para lançar uma campanha, já tem uma nova tendência ou um novo concorrente na praça. Por isso, aquelas campanhas que levam meses para serem planejadas e executadas estão perdendo espaço.
A tendência é que o marketing trabalhe mais com planos rápidos e flexíveis, que permitam lançar e ajustar estratégias rapidamente. É a ideia da metodologia ágil, que também prevê mais autonomia e menos burocracia para a tomada de decisões, a fim de tornar as respostas mais ágeis.
Crie uma gestão de marketing data-driven. Isso significa tomar apenas decisões baseadas em dados, que trazem uma visão realista e geram insights valiosos quando são transformados em inteligência para o negócio.
Nas pesquisas de mercado, na segmentação de campanhas, na execução de testes e na mensuração dos resultados, você tem uma infinidade de dados à disposição para auxiliar a sua gestão. Envolta também a sua equipe com uma cultura orientada a dados, para que todos executem suas atividades de olho neles.
O consumidor pode entrar em contato com a marca pelo produto, redes sociais, email, loja física, atendimento, entre vários outros canais. E, em todos esses pontos de contato, ele deve perceber uma só marca — se não, a mensagem se torna confusa.
Mas, muitas vezes, cada canal é responsabilidade de um profissional ou setor diferente. Então, como manter uma identidade única? Cabe ao gestor garantir que a marca seja consistente em todos os canais.
Para isso, é preciso construir as diretrizes de branding que toda a equipe deve seguir, com uma personalidade de marca e valores bem definidos.
Um gestor deve ser visto como um líder. É esse profissional que coordena as atividades e conduz a equipe aos melhores resultados. Então, desenvolver capacidades e atitudes de liderança potencializa muito o seu trabalho.
Então, procure ouvir os feedbacks da equipe, entender suas dores e resolver seus problemas. Esteja próximo dos colaboradores e os envolva nas decisões para que eles se sintam parte da organização. Promova o senso coletivo e colaborativo para criar um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo para todos.
Entenda que errar faz parte. Nem toda decisão será bem tomada, nem toda estratégia vai funcionar, nem toda campanha vai dar certo. A diferença está na forma como a gestão vai lidar com os erros, que podem trazer prejuízos, mas também aprendizados.
Se a gestão é avessa ao fracasso e pune os erros, os colaboradores se sentem oprimidos. Por outro lado, se os erros são abraçados como parte do processo, a equipe se sente mais livre para dar ideias, participar, contribuir. Isso é essencial se você quer construir um ambiente de inovação.
Não transforme o marketing em uma ilha. Essa área precisa se comunicar com todos os outros setores, e cabe à gestão do marketing promover essa integração.
O marketing funciona como uma ponte entre a empresa e o mercado. Ele deve ouvir as outras áreas e levar as informações para o mercado. É isso que acontece, por exemplo, quando a equipe de Marketing de Conteúdo convida um colaborador para escrever no blog da empresa.
Mas o marketing também pode fazer o caminho contrário: ouvir as demandas do mercado e levar vários insights para as áreas de negócio.
Quando o marketing recebe feedbacks do público sobre a usabilidade de um produto, por exemplo, ele pode levar as demandas para o time de desenvolvimento.
Bom, agora você já sabe as principais orientações para fazer uma boa gestão de marketing.
Mesmo que a empresa seja pequena ou tenha apenas um profissional na área, é importante coordenar as atividades e adotar metodologias de trabalho para organizar o marketing, que pode se ramificar em inúmeras atividades.
A gestão do marketing, portanto, é o caminho para estruturar a área e potencializar seus resultados. Agora, leia mais sobre a importância dos dados para o marketing no nosso ebook sobre Inteligência de Mercado. Aproveite!
Powered by Rock Convert
Não importa qual seja a sua área de atuação, se você deseja se destacar na web, em algum momento precisará escalar a sua produção de conteúdo, seja para atender a sua própria demanda, seja por pressão da concorrência.
Essa é a hora em que as empresas amadurecem a sua estratégia de Marketing de Conteúdo, tendo em vista que a produção de materiais em escala requer uma gestão muito bem estruturada para garantir os resultados esperados.
O princípio de tudo, porém, continua sendo o bom planejamento, e neste artigo esmiuçamos esse assunto para ajudar a sua empresa a expandir sua presença na internet. Confira o material que preparamos!
Escalar a produção de conteúdo não se resume a aumentar o número de publicações. É atender melhor a sua persona, disponibilizando o máximo de materiais para educá-la, auxiliá-la e orientá-la ao longo da sua jornada de compra.
Dessa forma, não faz sentido simplesmente disparar uma enxurrada de publicações apenas para aumentar o volume de conteúdos do seu blog.
Ter um alto padrão de qualidade é essencial, uma vez que as ferramentas de busca estão comprometidas em entregar resultados relevantes aos usuários e os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes.
Além disso, não podemos nos esquecer de que blog posts, infográficos, vídeos, ebooks e materiais interativos fazem parte de uma grande estratégia de marketing.
Isso significa que cada uma das suas postagens deve ter um papel no seu planejamento e é isso que fará com que seu blog cresça de maneira coerente.
Se a prioridade da produção de conteúdo é a qualidade, por que deveríamos nos preocupar com a quantidade? Afinal, qual é a frequência de postagem ideal para que um blog tenha sucesso na internet?
Essas dúvidas são muito comuns e até um tanto polêmicas. Não é preciso vasculhar muitos sites para se deparar com discussões quentes sobre o assunto.
O que podemos dizer é que a quantidade realmente importa, sobretudo quando o assunto é construir autoridade na web, mas não há como definir uma média ideal de publicações, pois não há.
Salvo em buscas muito específicas (long tail), os conteúdos que rankeiam na primeira página dos resultados de pesquisa geralmente pertencem a domínios que contam com um volume considerável de publicações.
Dito isso, fica claro que escalar a produção de conteúdo é fundamental para ter bons resultados com tráfego orgânico, mas é a qualidade dos seus conteúdos e a eficácia da sua estratégia que levarão a sua marca ao topo.
O que não deve ser feito de forma alguma é pecar pelo excesso, o que, nesse caso, significa saturar a sua produção, perdendo o foco e o padrão das suas publicações.
Listamos a seguir as principais áreas beneficiadas pela produção de conteúdo em escala e destacamos as vantagens que esse tipo de estratégia pode oferecer ao seu empreendimento, independentemente do seu ramo.
Confira!
Brand awareness, ou consciência de marca, é a medida qualitativa de quanto e como a sua marca é lembrada por seus consumidores ou é atrelada a uma solução dentro de determinado setor.
No Marketing Digital, mais precisamente no SEO, o brand awareness se manifesta de outra maneira. São as marcas que surgem com mais frequência nos resultados de pesquisa de determinado assunto que chamam mais atenção.
O consumidor entende que a empresa tem conhecimento naquela área e provavelmente tem as respostas de que ele precisa.
Você já deve ter percebido que a Rock Content está presente na maioria (se não em todas), as suas buscas relacionadas a Marketing de Conteúdo. Isso deixa claro qual é a nossa especialidade e faz com que nosso blog seja uma referência na área.

Sendo assim, quanto mais conteúdos a sua empresa for capaz de rankear, mais a sua marca será reconhecida em sua área. O ganho em autoridade é um dos principais frutos de um bom trabalho de brand awareness.
Embora o Google não esclareça o fato o detalhes, resultados observados por empresas em todo o mundo, inclusive pela Rock Content, deixam claro que uma boa estruturação dos conteúdos é essencial para o SEO.
Esse tema foi estudado a fundo pela HubSpot, que criou a famosa técnica topic clusters.
Basicamente, a ideia é agrupar os conteúdos em grandes temas, nos quais um conteúdo principal amplo (chamado de post pilar) é “orbitado” por posts mais específicos que abordam tópicos do post pilar (os chamados posts satélite).
No vídeo abaixo, o André Mousinho explica como essa técnica ajuda a Rock a conseguir os primeiros lugares para diversas palavras-chave relacionadas ao Marketing Digital.
Esse fato deixa claro que até mesmo um conteúdo completo e excepcional depende de outros conteúdos de qualidade para obter resultados expressivos.
Além da desejada conquista dos primeiros lugares nas buscas por palavras-chave de ampla concorrência, o fato de sua empresa abordar com maestria um tema como um todo contribui fortemente para a autoridade dela.
Todo profissional de Marketing Digital precisa estar focado na experiência do usuário. Por isso, estamos testemunhando mudanças importantes nas diretrizes do Google que já estão fazendo sites do mundo inteiro se adaptarem.
Nesse aspecto, vamos além do conteúdo em si, providenciando melhorias em termos de navegação, conforto e usabilidade.
Observe que uma busca leva a outras e o próprio aprofundamento oferecido por um post pode levantar questões mais específicas.
Esse é mais um dos benefícios dos topic clusters, uma vez que a sua empresa se antecipa e passa a entregar tudo o que a sua persona pode vir a procurar dentro de um mesmo assunto.
Vale destacar que a boa navegabilidade também contribui para a varredura dos robôs dos motores de busca e aumenta o tempo de permanência do seu público no seu site.
Com a chegada próxima da Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil, as discussões sobre o tema ganham manchetes em todo o país.
No entanto, esse é um caminho sem volta e, embora as empresas sejam obrigadas a lidar com novas exigências no gerenciamento dessas informações, as possibilidades que elas oferecem continuam sendo essenciais para o sucesso das estratégias.
A maioria das operações de Marketing Digital usa direta ou indiretamente dados de usuários, sendo essa uma das maneiras mais eficazes de compreender o comportamento deles.
No contexto deste artigo, porém, o que merece ser destacado é que cada peça de conteúdo que você publica pode ser uma oportunidade de entender melhor o seu público e atendê-lo com mais eficiência.
Nesse sentido, ao escalar a sua produção, você também tem a chance de enriquecer suas análises de mercado, fazer testes mais precisos e otimizar seus resultados.
Esses benefícios podem ser ampliados com o uso de conteúdos interativos, como quizzes, questionários e calculadoras, uma vez que eles estimulam o usuário a realizar um número muito maior de interações.
Powered by Rock ConvertÉ hora de turbinar a sua estratégia de Marketing de Conteúdo. A seguir, trazemos 10 táticas para você escalar a sua produção com sucesso!
Antes de tudo, é importante entender como toda a operação de criação se desdobra. É preciso “quebrar” esse trabalho nas diversas fases que o constituem e desenhar um processo de modo que toda a atividade possa ser orquestrada com precisão.
Ao escrever um post, por exemplo, é muito comum que empresas iniciantes entendam essa atividade apenas como o “ato de redigir um texto”. Entretanto, sabemos que a criação de um conteúdo profissional envolve diversas etapas, como:
Os principais objetivos de documentar as etapas incluem entender como a sua produção funciona de fato, controlá-la com maior precisão e facilitar a delegação de responsabilidades, o que é essencial para viabilizar a escalabilidade.

Gestores habituados a criar conteúdos por conta própria ou que já têm um ou mais profissionais de confiança há muitos anos, costumam ter receio de contratar novos produtores ou terceirizar o serviço por medo de que suas expectativas não sejam atendidas.
No entanto, conforme o seu blog cresce, você precisará aumentar a sua equipe, e, para evitar desavenças e garantir a continuidade dos padrões da marca, é fundamental que os profissionais estejam muito bem alinhados com o projeto.
Assim, um recurso essencial para garantir o padrão de qualidade nos conteúdos produzidos para a sua empresa é o guia de estilo.
Esse documento deve funcionar como um manual detalhado cujo principal objetivo é orientar as pessoas que atuam nos canais de divulgação da sua empresa e padronizar a linguagem, o tom de voz e a estrutura das peças criadas.
É nesse material que você deixará claro para colaboradores e prestadores de serviço o que espera desse trabalho. O ideal é que ele não seja tão básico a ponto de deixar muitas perguntas em aberto, mas também não seja demasiadamente rígido de modo a comprometer a liberdade criativa dos produtores.
É também recomendável criar manuais adicionais para atividades específicas, como planejamento, redação, design e desenvolvimento, para definir elementos mais técnicos.
Você pode conferir o guia de estilo da Rock Content para entender melhor do que se trata esse documento.

Criar posts de forma aleatória não é o caminho certo. Lembre-se de que uma das grandes propostas do Marketing de Conteúdo é educar a audiência e conduzi-la ao longo da jornada de compra, solucionando suas dúvidas e gerando valor.
É nesse momento que entra a metodologia Inbound Marketing, na qual os conteúdos são criados de acordo com o estágio em que o consumidor se encontra dentro do funil de vendas.
Alguns exemplos de formatos para cada etapa do funil são:
O calendário editorial nada mais é do que o planejamento cronológico do seu processo de produção de conteúdo.
Tenha em mente que esse esquema é essencial para garantir o alinhamento das entregas e o cumprimento de prazos de publicação, sobretudo quando gerenciamos projetos com muitos profissionais envolvidos.
O calendário permite que você tenha uma visão estratégica das suas ações de marketing na internet e evita problemas comuns, como canibalismo de palavras-chave ou “brechas” em determinados tópicos que podem fazer com que o público seja obrigado a buscar respostas em outro blog.

Seu calendário deve ter alguma flexibilidade para contornar imprevistos, mas a sua estratégia deve ser sólida. O ideal é que você planeje a sua produção no longo prazo, ou seja, considerando meses ou um ano.
Isso fará com que você cresça de maneira consistente e também dará maior segurança à equipe envolvida no projeto.
Powered by Rock ConvertAqui no Blog da Rock, você encontra posts de freelancers e convidados, mas também de toda a equipe interna da empresa.

Essa prática é cada vez mais comum nos blogs corporativos e é uma ótima forma de agregar ainda mais autoridade a ele. Se a sua empresa conta com especialistas em determinadas áreas, isso pode ser uma oportunidade até mesmo em termos de SEO.
Os chamados atributos E-A-T (expertise, autoridade e credibilidade) estão entre as boas práticas recomendadas pelos especialistas do Google.
Não há total esclarecimento sobre seu impacto no rankeamento, mas, analisando o desempenho de muitos sites, podemos observar que o buscador dá sim prioridade a conteúdos cujos autores são especialistas no assunto em questão.
Entenda, porém, que, ao incorporar seus colaboradores como produtores de conteúdo, será preciso treiná-los para que entreguem bons materiais.
Em um produção de blog posts em escala, por exemplo, o ideal é que seus especialistas assinem os conteúdos principais e os posts satélites (mais numerosos) sejam elaborados por sua equipe de redação.
Já não é mais difícil encontrar bons profissionais no mercado. No entanto, não basta ser bom, é preciso encontrar as pessoas certas para o seu negócio.
Uma boa qualificação é fundamental, mas tenha em mente que um profissional especializado ou com experiência em projetos semelhantes ao seu pode agregar muito mais à sua marca.
É claro que encontrar produtores de alto nível não é tão simples quanto postar uma oferta em grupos nas redes sociais ― embora esse também seja um meio de encontrar candidatos. Será preciso vasculhar sites e blogs do seu setor e conferir suas postagens.
Quando um trabalho chamar a sua atenção, você pode entrar em contato para saber quem é o redator, o designer ou o desenvolvedor responsável e descobrir se ele está disponível.
Muitos têm perfis ou sites próprios, o que facilita o processo, mas não há nenhum problema em contatar o proprietário do site em questão para consultar a disponibilidade do profissional.
Se o seu blog já conta com conteúdos caprichados, fica muito mais fácil construir topic clusters. Você pode elencar os principais tópicos abordados no material e produzir posts específicos usando palavras-chave long tail. Dessa forma, você aumenta o alcance do seu conteúdo e fortalece seus posts principais.
Mas não para por aí. Se na sua estratégia atual você já conta com ebooks e grandes infográficos, por exemplo, é possível transformar essas peças em outras menores, como blog posts ou imagens para postagens em redes sociais.
Um mesmo conteúdo pode ser disponibilizado em diversos formatos — texto, vídeo, imagem ou material interativo. Observe que isso também contribui com a experiência do usuário, uma vez que ele tem a liberdade de conferir o seu material da maneira como achar mais conveniente.

A produção de materiais para a internet não é um trabalho puramente operacional. Um bom conteúdo depende não apenas da experiência e do treinamento do profissional, mas também da sua criatividade e do seu comprometimento.
É por isso que a sua empresa precisa desenvolver meios de manter uma comunicação saudável com sua equipe, oferecendo feedbacks construtivos e disponibilizando o apoio necessário. Essa é uma forma de reafirmar os valores da organização e motivar os profissionais para que continuem realizando um bom trabalho.
Na Rock, por exemplo, seus milhares freelancers contam com o suporte do time da Comunidade Rock Content, responsável por transmitir as informações da empresa e promover ações de apoio, treinamento e engajamento.
Há também o Community Space, uma rede social exclusiva no estilo fórum, onde toda a comunicação da empresa com seus prestadores de serviço acontece e os participantes podem discutir tópicos variados sobre a vida freelancer.

Cuidar de todo esse trabalho não é uma tarefa fácil, e montar um time de qualidade pode tomar um tempo que você não tem. A saída é terceirizar o processo, ou parte dele, transferindo essas responsabilidades para uma empresa especialista.
Isso não significa abrir mão do controle sobre o seu projeto, uma vez que a sua organização continuará participando do planejamento, da aprovação das peças e da análise de resultados.
Aqui na Rock, existem profissionais preparados para atender cada tipo de cliente, de acordo com o modelo de negócio e o porte da empresa.
A estratégia é revisada constantemente e o cliente participa ativamente de cada etapa do processo de produção, inclusive do gerenciamento do time responsável pelo projeto. Tudo isso com o apoio de equipes de suporte e customer success.
Ao terceirizar esse serviço, você libera a sua empresa das grandes tarefas que envolvem a execução de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, sem perder o controle da operação.
Muitas ferramentas podem ajuda no desenvolvimento desse trabalho, que, convenhamos, não é tão simples quanto parece.
Além das plataformas de planejamento de SEO, como Google Trends, Keyword Planner e SEMRush, e do conjunto indispensável de soluções para empresas, como CMS, CRM e analytics, você vai gostar de usar plataformas para gerenciar suas atividades.
Na Rock, os projetos são executados dentro da Rock Studio, um espaço organizado no qual toda a gestão da estratégia de Marketing de Conteúdo das empresas é centralizada e organizada dentro de um fluxo de trabalho.
O iClips, por sua vez, é um software focado na gestão de agências. Ele integra diferentes departamentos dentro de um mesmo ambiente, otimizando o trabalho das equipes e garantindo muito mais controle nas atividades.
Vale destacar que seu formato e suas funcionalidades são extremamente úteis especialmente para agências que estão atuando em home office.

Para quem deseja ampliar o seu leque de conteúdos com peças interativas, a escolha certa é Ion, uma plataforma completa para a criação de quizzes, questionários, calculadoras, lookbooks, landing pages, mapas, gráficos e muito mais.
Nela, o usuário também conta com diversas funções de gestão, pesquisa e análise de resultados, tudo gerenciado a partir de uma interface intuitiva.

O maior diferencial da plataforma é que ela realmente permite um crescimento escalável dentro dessa categoria de materiais, pois dispensa serviços de programação e webdesign. Uma vez dentro dela, é possível criar diversas peças em sequência de acordo com a demanda da sua estratégia.
Nossas dicas vão ficando por aqui e esperamos que com elas você tenha compreendimento melhor como funciona um grande projeto de Marketing de Conteúdo.
Não há dúvidas de que escalar a produção de conteúdo requer empenho das empresas, mas, felizmente, elas nunca contaram com tantos recursos para desempenhar esse trabalho com sucesso.
Já imaginou como o conteúdo interativo pode contribuir para o envolvimento dos seus clientes com a sua marca?
Que tal conferir isso de perto? Solicite uma demonstração da ferramenta Ion e saia na frente nessa grande tendência do Marketing Digital!

Mesmo com as viagens restritas, donos de empresas podem começar algo do zero ou abrir filiais no exterior sem sair do Brasil, já que os processos de abertura de empresas no exterior continuam sendo protocolados normalmente.
O post Brasileiros conseguem abrir empresa nos EUA sem sair do país apareceu primeiro em Jornal do Empreendedor.
“Criatividade é qualquer coisa que não seja outra coisa.”
Peter Shillingsburg
Não há dúvidas sobre a contribuição da criatividade para a eficácia do marketing.
O tamanho da marca e sua capacidade de criar são, na verdade, dois dos mais importantes contribuintes para a eficácia do marketing.
Essa afirmação foi comprovada por vários estudos, incluindo um que analisou milhares de inscrições para o 2020 Effie Awards entre suas fontes de dados.
Antes disso, os gigantescos exercícios de garimpar o banco de dados de campanhas publicitárias criativamente premiadas, gerido por Gunn e, depois, por Field & Binet, dos anos 90 até os dias atuais também concluiu o mesmo.
O design criativo excepcional ajuda marcas grandes ou pequenas a ter um impacto nos negócios.
No entanto, apesar dessas evidências, a criatividade em publicidade parecia estar diminuindo desde a última recessão financeira.
Um estudo de 2016, de autoria de Peter Field para o IPA e o serviço de publicidade WARC, descobriu que o número de campanhas de curto prazo (aquelas com foco na ativação de vendas) quadruplicou para 30%.
Enquanto isso, o investimento do orçamento para a criatividade caiu cerca de 12%.
O impacto disso foi que os efeitos de construção da marca diminuíram pela primeira vez e o multiplicador de eficiência de SOV (Share of Voice) caiu nos anos seguintes a 2010.
Campanhas de longo prazo, totalmente financiadas, foram tão eficazes como sempre, mas havia menos delas sendo feitas.
A eficácia das campanhas premiadas em grandes eventos da área caiu para o nível mais baixo em 24 anos, à medida que a indústria de marketing, cada vez mais, mudava para campanhas de curto prazo, como Field descobriu e documentou em seu segundo relatório para o IPA, The Crisis in Creative Effectiveness.
“Historicamente, a criatividade tem sido a ferramenta mais importante que podemos aproveitar para impulsionar a eficácia“, diz o relatório.
“A evidência dessa ligação tem sido muito forte, com enormes multiplicadores de eficácia evidentes para as campanhas mais criativas. Portanto, é realmente importante que esse vínculo esteja criticamente enfraquecido e talvez quebrado, agora.”
Diante de todos os dados que mostram a diferença que a criatividade pode fazer, por que a falta de investimento das marcas?
Existem muitas respostas para essa pergunta. Alguns citam a crescente demanda de investimento em gastos mensuráveis de marketing.
Outros dizem que as difíceis condições econômicas tendem a fazer com que as empresas se tornem mais avessas a riscos. Essa evidência foi acentuada pela Grande Recessão de 2008/2009.
Ainda assim, outros colocam a culpa, principalmente, no surgimento do Marketing Digital. A ascensão dele nos últimos dez anos levou a um foco no desempenho e na otimização, em vez da criatividade.
É visto como mais fácil e mais barato melhorar o SEO do que tentar desenvolver uma campanha de marca que crie awareness.
Contudo, há evidências de que a criatividade está aumentando novamente, e parece que a recente crise da covid-19 acentuou essa nova fase.
“Estamos à beira de um reset do lado direito do cérebro?” pergunta Orlando Wood, em seu recente artigo, “Como os anúncios deveriam ser em tempos de recessão?” (texto em inglês, título com tradução livre), publicado pelo B2B Institute, do LinkedIn.
A única maneira de se destacar da multidão é ser criativo. Se esse pico realmente for alcançado, a indústria de marketing será forçada a se concentrar na criatividade novamente.
Mesmo assim, os profissionais de marketing e seus equivalentes em finanças se acostumaram à mensurabilidade do marketing de desempenho.
Se a indústria não puder provar a eficácia da criatividade, as empresas continuarão a gastar em ativações de vendas de curto prazo, em vez de construir a marca. A maioria dos profissionais de marketing está tentando adicionar um pouco de ciência à arte.
Isso é o que nos leva ao conceito de experiência de conteúdo.
Uma experiência de conteúdo perfeita é quando a ciência do marketing e a criatividade se encontram. É onde dados e performance se misturam com a capacidade de criar e gerar emoções.
De acordo com o MarTech Advisor, que cunhou o termo, a experiência de conteúdo é definida como “a experiência geral de acessar, consumir, interagir e responder um fluxo de conteúdo de marca em diversos dispositivos, plataformas e canais, e ao longo da jornada do consumidor, do cliente potencial ao cliente efetivo”.
Chitra Iyer, editora-chefe da MarTech Advisor, disse: “os clientes em potencial e os efetivos não procuram consumir um conteúdo individual, mas estão em uma jornada em que precisam de recursos contínuos para ajudar a avançar em sua decisão de compra propositalmente”.
A criatividade gera experiências de conteúdo divertidas, emocionais e bonitas. O material deve ter mensagens relevantes e emocionais, repletas de branding, mas fáceis de consumir, ao mesmo tempo.
Pense em conteúdo interativo ou vídeos online: ambos são divertidos, podem emocionar e fornecem dados e insights.
O conteúdo interativo, mais especificamente, acrescenta um pouco de ciência à arte. Na verdade, é um dos tipos de conteúdo mais envolventes. É uma técnica válida tanto para o reconhecimento da marca quanto para a ativação/geração de leads.
Ele gera insights sobre o cliente — dados, que podem ser usados para análise e avaliação da performance — e representam, ao mesmo tempo, o elemento divertido e emocional da experiência do conteúdo.
Vitor Peçanha, cofundador da Rock Content, escreve: “no marketing, cada vez que interagimos com um conteúdo, nós também estamos vivendo uma experiência: a satisfação de aprender algo novo, o conforto de estar bem informado sobre uma decisão etc.”.
Peçanha explica o que realmente é uma experiência de conteúdo e a compara à visita a um parque da Disney. Eles sabem o que estão fazendo. Entendem como criar uma experiência memorável para seus convidados.
As experiências de conteúdo podem não ter o mesmo impacto intergeracional que uma experiência Disney tem. No entanto, elas ainda podem dar aos visitantes uma sensação de pertencimento, entretenimento e, o mais importante, permanecer em suas memórias.
No marketing, cada vez que interagimos com um conteúdo, nós também estamos vivendo uma experiência: a satisfação de aprender algo novo, o conforto de estar bem informado sobre uma decisão.
Vitor Peçanha
Uma experiência de conteúdo é uma combinação de conteúdo e contexto. Cada parte dele transmite uma experiência por meio de elementos como design criativo, posicionamento, ambiente e muito mais.
Isso não é apenas uma questão de criatividade. Pense em personalização. Os seus clientes vivem em um mundo de Spotify e Netflix.
A expectativa de experiências de conteúdo personalizadas já foi definida. Os profissionais de marketing B2B precisam se adaptar às expectativas do comprador.
Aqueles que o fizerem vão conquistar os clientes, reconhecendo cada indivíduo e proporcionando experiências personalizadas com base em seus interesses, comportamentos e necessidades exclusivos.
Uma experiência de conteúdo significa, portanto, abordar toda a jornada do usuário ao se engajar com o conteúdo. É algo que devolve o controle às mãos do profissional de marketing, ao mesmo tempo em que se concentra na experiência da marca.
Powered by Rock ConvertPara aqueles que trabalham com Marketing de Conteúdo há anos, a experiência de conteúdo não é exatamente uma ideia revolucionária. Estamos falando da mesma coisa?
A resposta curta é não. O Marketing de Conteúdo e a experiência de conteúdo são diferentes por dois motivos principais.
Em primeiro lugar, ao contrário do Marketing de Conteúdo, a experiência de conteúdo considera como as pessoas consomem e interagem com seu material. Portanto, o foco não está apenas no conteúdo da página, e sim, em como você empacota e cria esse material.
É como você entrega e recomenda conteúdo de maneiras mais significativas, desde o primeiro toque até a venda, e depois.
A gênese da experiência de conteúdo é um entendimento de que, de acordo com Chitra Iyer da MarTech Advisor, “prospects e clientes não procuram consumir uma parte individual de conteúdo, mas sim, estão em uma jornada em que precisam de recursos contínuos para ajudar a andar com propósito em sua decisão de compra”.
A criatividade é o segundo elemento de diferenciação para uma experiência de conteúdo. O Marketing de Conteúdo, geralmente, visa a informar e educar os leitores. A criatividade não faz parte desse conjunto.
Em vez disso, é um elemento crítico da experiência de conteúdo. O design criativo excepcional ajuda o conteúdo a ter um impacto nos negócios e a ganhar eficácia, exatamente como acontece com a publicidade criativa.
Enquanto o marketing offline permitia que as marcas criassem e mantivessem associações mentais e físicas positivas (construção de marca em longo prazo), o marketing online costumava ser restrito a monetizar o valor da marca criado em outro lugar (ativação de curto prazo).
Infelizmente, a indústria de marketing/publicidade online reforçou essa percepção com um foco obsessivo no marketing de desempenho e nas metas de fundo de funil, de receber um retorno imediato do investimento (eficiência sobre a eficácia).
As coisas mudaram: experiências de conteúdo, uma mistura de formatos de conteúdo novos e antigos, design criativo e storytelling são divertidas, emocionais e proporcionam dados e insights.
A experiência de conteúdo é, portanto, onde criatividade, dados e performance se encontram.
Quer saber mais sobre essa possibilidade no contexto da sua empresa? Entenda mais a fundo o que é a experiência de conteúdo e como ela pode mudar seu marketing.